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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Trajetos despercebidos

Sejamos um, ou dois. Que Sá três até.
Sejamos perto, colante, juntinho, não distante.
Só para vê como é.
Uma viagem constante, fingida ou a pé.
No vale de meus sorrisos,
Trajetos despercebidos.
A esperança juntou-se com a fé.
Corra, e o vento, me abrace.
Sinto-me perto do que não é.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Me acorde

Não estou interessada, não busco interesse algum.
Há uma calmaria tão grande que me perturba aos poucos, incomoda aos montes.
E o pior de tudo, é o meu bem. Sinto-me bem, não nego. Vivo.
Uma parte recolhe-se, enquanto a outra transborda espontaneamente.
Há uma linha muito fina entre os dois.
Outros alegam erradamente.
Há tanto de mim por aí,
E tanto a descobrir por vir.
Me acorde quando chegar.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Arriscar


Um suspiro após o outro;
Risos desconcertantes, olhares, instintos.
Nunca liguei para ordem dos fatores,
Muito menos a quem se ligava;
Sempre há um lado bom, mesmo sendo ruim. Analise.
Mesmo que não pareça comigo, espere caso saia do habitual
Sempre terá algo de mim.
Jamais chegará a entendimento algum. Pura incógnita.
Funciona assim, é bom teimar. Você pode ter razão, sabia?
Arriscar.
Restaram-me alguns livros na estante, mas não leio. Não com freqüência.
Há também canções, e uma rosa. Não sei quem deixou.
Prefiro a lua, mas, o sol me chama.
Venha! Ande, não vou embora. Não agora.

terça-feira, 23 de março de 2010

Confie!






Seus braços sempre tiveram abertos, acolhiam todos e mais alguns. E os seus conselhos seguiam e confiavam, não tinha quem não pensasse no quanto era bom. Sempre sonhou em ser livre, se pudesse um dia voaria para sentir o gostinho da adrenalina. O caminho novo amedrontava, lhe tirava o sono e sua confiança, mas chegava a se questionar “Como saberei se não for?" Pois a cada queda, a cada golpe ou qualquer deslize, aprenderia que pode levantar equilibrar-se e seguir mesmo com receio. De tantos conselhos que destes, ouviu muitos para seguir em frente; Mais vale errar e sofrer do que sofrer sem nem ao menos ter tentado uma única vez.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vazio, sem cor, um silêncio maldito.
Uma lágrima e amor, que divide o sentido.
Buscava ali uma resposta que nem pergunta tinha,
brincava com a sorte de ser quem você queria.