sábado, 9 de abril de 2011

Asas ao vento

Por onde vou, por onde estou, pra onde quero ir?
E aí me pego pensando em ti.
Será que basta apenas um vôo em plena tarde?
Que no final me canso até mesmo de minhas próprias asas.
Guardando-as temporariamente.
A indagação que se encontra não me sufoca; Provoca.
O que é liberto me dá asas,
Espontaneamente a voar.
Mas as mesmas asas não me guiam com atenção.
Asas ao vento.
Sem ilusão.
Daí não quer e volta a querer.
No café amargo gotas do meu próprio egoísmo;
Insisto em beber.
É por pensar em mim, que penso em mim mesma.
Só que o frio já vem,
A chuva teima
E o medo atormenta.
Vou voar.
Mas, pousarei aonde o coração deixar.

5 comentários:

Dimas Bertolucci disse...

Muito lindo seu blog e o texto.


http://villacosmetica.blogspot.com

Mônica Costa disse...

Gostei muito de seu blog. Ele é simples mais muito organizado, com um conteúdo muitissimo bonito!!!

Parabéns!

:)

Ítalo Richard disse...

Muito bonito o poema, bem sensível.

abraço,
www.todososouvidos.blogspot.com

Alex Monteiro disse...

Uaaal *___*
Parabéns pelo Poema
Lindooo!
http://cantinhocomtudo.blogspot.com/

M!sunderstood disse...

Lindo poema...

Voar voar...sem direção
Sem saber se vou chegar.

Bj.

Misunderstood